Além de mudarmos de endereço, também mudamos de nome. Sim, o nome Not;Common é ruim, nós sabemos. A intenção foi boa, é verdade, mas dela o inferno tá cheio. Fica aqui a dica: muito cuidado com decisões tomadas na mesa de um bar. Não estou dizendo que as idéias ali nascidas são ruins, longe de mim afirmar isso, apenas digo para ter bastante cuidado.

Agora atendemos pelo nome de NC e o redator relapso promete, em breve, reativar este espaço com posts sobre este admirável mundo novo.

2009 || Postado por Pedro Daltro || Sem vírgulas »



A Not;Common se encontra em novo endereço: Djalma Ulrich, 154, 8º andar, Copacabana. O telefone continua o mesmo.

Em breve, novo site.

2008 || Postado por Pedro Daltro || Sem vírgulas »



Muitas linhas foram escritas sobre a tentativa de compra da Yahoo pela Microsoft. E quase todas em vão, é bom que se diga. Mas aí vem o Umair Haque, da Harvard Business School, e despeja toneladas de lucidez em um artigo chamado What Strategists Can Learn From Microsoft Vs Yahoo:

tradução livre

Aqui está a grande questão que ninguém pergunta: importa quem a Microsoft compra? De um ponto de vista estratégico, a resposta é não.

Embora se assemelhe à uma batalha épica, está mais para um caso da história se repetindo.

Ao expor seu raciocínio, Umair usa como exemplo o próprio Yahoo, que nos últimos tempos comprou empresas como Delicious e Flickr:

tradução livre:

Movimentações espertas? Não. Nenhuma dessas aquisições conseguiu alterar a longa e devagar queda rumo à decadência estratégica - se algo aconteceu, elas apenas aceleraram o declínio do Yahoo. O que houve de errado? Por que uma estratégia ortodoxa - comprar as plataformas de crescimento do amanhã - não só falharam como também guiaram para uma espetacular implosão de valores?

Para o Yahoo, essas aquisições não eram formas para experimentos com um novo DNA, mas simplesmente caminhos para sustentar formas ortodoxas de vantagem.

Ao final do texto se lê:

tradução livre:

Aqui está uma simples lição: A batalha da Microsoft pelo Yahoo é um caso de competição assimétrica reversa: Microsoft está competindo em termos passados.

É por isso que é praticamente irrelevante quem a Microsoft compra, quem gerencia a Microsoft, que serviços a Microsoft lança, ou quais movimentações a Microsoft faz. O final do jogo já está escrito - no DNA da era industrial da Microsoft.

E o Rob Norman, como sempre, também escreveu linhas interessantes, desta vez sobre o acordo entre Google e Yahoo.

2008 || Postado por Pedro Daltro || 3 vírgulas »



Faz alguns meses que o Paul Isakson postou em seu excelente site a apresentação “What is next in advertising & marketing”.



SlideShare | View | Upload your ownEmbora excelente, não foi essa apresentação a motivação desse post. Na realidade, foi um mashup dessa apresentação que originou esse texto. Uwe Gutschow, encantado com o trabalho do Isakson, remixou a apresentação, mudando uma coisa aquie outra acolá. Daí saiu a apresentação “What is next in advertising: Moving from advertising to marketing”.





SlideShare | View | Upload your ownTenho pra mim que o mais fascinante nesse mashup foi a mudança no nome da apresentação, que resumiu, em poucas palavras, o futuro da propaganda.

2008 || Postado por Pedro Daltro || Sem vírgulas »



Aspas do brasileiro Ricardo Guimarães, fundador da Thymus Branding, tiradas do livro Groundswell.

The value of a brand belongs to the market, and not to the company. The company in this sense is a tool to create value for the brand… Brand in this sense - it lives outside the company, not in the company. When I say that the management is not prepared for dealing with the brand, it is because in their mind-set they are managing a closed structure that is the company. The brand is an open structure - they don’t how to manage an open structure.

tradução livre

O valor de uma marca pertence ao mercado, nao à empresa. A empresa, nesse sentido, é uma ferramenta para criar valor para a marca. Marcas, nesse sentido, vivem fora da companhia, não dentro. Quando eu digo que os executivos não estão preparados para lidar com a marca, isso é porque em seu embasamento teórico, eles gerem uma estrutura fechada que é a empresa. A marca é um estrutura aberta - eles não sabem gerir uma estrutura aberta.

Sem mais.

2008 || Postado por Pedro Daltro || Sem vírgulas »